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Órgãos da Federação tomaram posse esta semana na Azambuja

14.04.2018

Tomada de posse dos órgãos do PS FAUL na Azambuja
Tomada de posse dos órgãos do PS FAUL na Azambuja (Fotografia: Jorge Ferreira/PS FAUL)

Decorreu na passada quarta-feira, na Azambuja, a tomada de posse da nova Comissão Política da Federação do Partido Socialista da Área Urbana de Lisboa, bem como da Comissão Federativa de Jurisdição e da Comissão Federativa de Fiscalização Económica e Financeira, eleitas em março no XVIII Congresso do PS FAUL, realizado em Sintra.

Em votação secreta, os membros da nova Comissão Política da Federação elegeram Marcos Perestrello, anterior presidente do PS FAUL, para Presidente da Mesa, e André Rijo, presidente da Câmara Municipal da Arruda dos Vinhos, e Ana Ivo, para Secretários da Mesa.

Foram também submetidos à votação, pelo Presidente do PS FAUL, Duarte Cordeiro, os novos membros da equipa executiva da Federação. Assim, integram o Secretariado da Federação, Alexandra Tavares Moura, André Caldas, Dalila Araújo, Diogo Leão, Fernando Paulo, Hugo Xambre Pereira, Joaquim Raposo, João Cunha, Manuel Lage, Paulo Marques, Pedro Pinto de Jesus, Ricardo Lima, Rita Leão, Rita Madeira, Susana Santos, Ana Paula Santiago, Ana Venâncio, João Ruivo, Jorge Silva, Nuno Gaudêncio, bem como, por inerência de funções, Maria Begonha, presidente da JS FAUL e Susana Amador, Presidente do DFMS da FAUL.

Integram ainda a equipa executiva, Tiago Gonçalves, diretor de comunicação, e o diretor geral da FAUL, Moisés Gil. Já o Gabinete de Estudos da Federação será coordenado por Marcos Sá.

O presidente da Concelhia do Partido Socialista de Azambuja, Silvino Lúcio, aproveitou a sessão de abertura para felicitar o presidente do PS FAUL, Duarte Cordeiro, pela realização desta primeira reunião da Comissão Política da Federação no concelho, uma promessa de candidatura que foi cumprida pelo agora presidente dos socialistas da Área Urbana de Lisboa.

Duarte Cordeiro, por sua vez, sublinhou junto dos presentes a importância da descentralização da atividade política da Federação, congratulando-se com a realização desta primeira Comissão Política na Azambuja. O presidente do PS FAUL felicitou e elogiou ainda a capacidade dos eleitos empossados e do novo Secretariado, relembrando que este será um mandato de dois anos com “muito trabalho pela frente”, com o objetivo de dar ao Partido Socialista uma “grande vitória” nas eleições europeias e legislativas do próximo ano.

Esta é hora de “mobilizar todos” em torno do projeto do Partido Socialista e “fazer da FAUL a Federação mais forte do país”, disse Duarte Cordeiro, que quer ver o PS FAUL a liderar os debates do presente e do futuro da Área Urbana de Lisboa e do país.

Duarte Cordeiro sublinhou a importância das secções de residência durante evento comemorativo do aniversário da secção da Bobadela

25.03.2018

Presente na primeira iniciativa como presidente da FAUL

Aniversário da Secção do PS da Bobadela
Aniversário da Secção do PS da Bobadela

O novo Presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa do Partido Socialista, Duarte Cordeiro, marcou presença no jantar comemorativo do aniversário da secção do PS da Bobadela, no concelho de Loures.

Duarte Cordeiro aludiu ao importante papel desempenhado pelas secções de residência enquanto estruturas de proximidade aos cidadãos e aos seus anseios e preocupações.

Na primeira iniciativa em que participou enquanto Presidente da Federação, intervieram, ainda, o Presidente da Concelhia do PS de Loures, Ricardo Leão, o Secretário-Coordenador da Secção da Bobadela e Presidente da União de Freguesias de Santa Iria da Azóia, São João da Talha e Bobadela, Nuno Leitão, e o Presidente da Mesa da Assembleia Geral de Militantes da Secção, Nuno Ricardo Dias.

O Presidente da Concelhia do PS Loures, Ricardo Leão, deixou "um cumprimento muito especial" a Duarte Cordeiro que marcou presença na iniciativa logo no dia seguinte ao do Congresso do PS FAUL. O Presidente da Concelhia realçou o gesto como "uma clara demonstração da sua proximidade com as estruturas locais do PS".

Declaração de Princípios

1. Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo.

2. O PS empenha-se em que a sociedade portuguesa seja organizada na base dos valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade, e esteja aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.

3. O PS compromete-se com a defesa e a promoção dos direitos humanos e com a paz.

4 . O PS considera primaciais a defesa dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos e o desenvolvimento da democracia política, na organização da sociedade.

5. O PS considera que a democratização é um processo contínuo, que se realiza em múltiplas dimensões, na organização política, na paridade entre os géneros, na vida cívica, económica, cultural e social.

6. O PS combate as desigualdades e discriminações fundadas em critérios de nascimento, sexo, orientação sexual, origem racial, fortuna, religião ou convicções, predisposição genética, ou quaisquer outras que não resultem da iniciativa e do mérito das pessoas, em condições de igualdade de direitos e oportunidades. O PS defende o princípio da equidade na promoção da justiça social.

7 . O PS defende uma economia de bem-estar, aberta à pluralidade das iniciativas e das formas económicas privadas, públicas e sociais, e regulada pelo mercado e por instituições públicas adequadas.

8. O PS defende a independência do poder político face aos poderes económicos. É dever do Estado promover o interesse público e o bem comum, conduzir as estratégias de desenvolvimento nacional, garantir o quadro institucional favorável à criação e distribuição de riqueza, assegurar a provisão de infra-estruturas, bens e serviços de interesse geral, corrigir as desigualdades e falhas de mercado, arbitrar conflitos e agir em prol da coesão social e territorial.

9. Para o PS, o Estado de Bem-Estar, também chamado Estado Social ou Estado-Providência, representa uma conquista histórica das forças democráticas e um pilar indispensável da democracia e do desenvolvimento. A sua forma não é estática nem imune à crítica, antes carece de profunda reorganização, à luz dos novos desafios colocados pelas economias e sociedades do nosso tempo. Mas só é possível reorganizar o Estado de Bem-Estar se o defendermos e renovarmos, com determinação. As políticas para a promoção do trabalho, do emprego e do bem-estar, a protecção social, a redução de desigualdades e a justa repartição de rendimentos, constituem orientações essenciais para o Estado democrático, tal como o PS o concebe. Neste termos, o PS defende que as políticas e os serviços públicos são essenciais ao desenvolvimento e à promoção da coesão social, em diferentes áreas, com particular destaque na provisão de serviços básicos e nos sectores sociais, educativos e culturais. A acessibilidade e a qualidade dos serviços públicos constituem uma responsabilidade indeclinável do Estado.

10. O PS entende que a prática da solidariedade e a promoção da integração social se fazem no quadro da efectivação dos direitos civis, políticos e sociais de que são titulares as mulheres e os homens. É a realização dos direitos que permite caminhar para uma sociedade solidária, que não pactue com a exclusão.

11. O PS assume como obrigação fundamental do Estado democrático assegurarplenamente as funções de soberania, garantindo nomeadamente o direito à segurança, o acesso à justiça, a coesão e a defesa nacional.

12. O PS assume a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, como elementos essenciais de políticas orientadas pelo princípio da precaução, informadas pelo cuidado com o nosso futuro comum e fundadas no respeito por nós próprios e pelas gerações vindouras.

13. O PS acredita que é preciso ser-se radical na defesa da democracia, como sistema político fundado nos direitos humanos, na soberania popular, no primado da lei e na livre competição entre ideias e programas, e como sistema social que se baseia na iniciativa das pessoas e valoriza a diversidade e a diferença, o encontro e o respeito mútuo entre gentes e culturas, a expressão criativa e a participação e inovação social. Para o PS, são prioritárias as reformas institucionais que favoreçam a participação democrática, aproximem dos cidadãos o Estado e a administração, melhorando o rigor, a eficiência e o sentido de serviço da sua acção, e aprofundem a descentralização administrativa, valorizando designadamente o poder local.

14. O PS apoia o desenvolvimento de acções que aprofundem a intervenção democráticados trabalhadores na vida económica e social e a cooperação entre todos quantos, pelo trabalho, a iniciativa e o empreendimento, contribuem para a criação de riqueza e a promoção do bem-estar.

15. O PS afirma-se como um partido moderno e cosmopolita, que acredita que o espírito~de iniciativa e empreendimento, a criatividade e a comunicação, a cultura humanista, científica e tecnológica, a livre circulação das pessoas, a troca de ideias, constituem ingredientes fundamentais da vida e do progresso colectivos.

16. O PS empenha-se no processo de construção e desenvolvimento da União Europeia, incluindo o aprofundamento da sua dimensão política, como consequência lógica e necessária do projecto colectivo de paz, bem-estar e solidariedade posto em marcha sobre os escombros a que a Segunda Grande Guerra havia reduzido o velho continente. O PS vê a construção europeia como uma referência para uma nova ordem mundial orientada pelos princípios da cooperação, do respeito mútuo, da solidariedade, do Direito e de uma relação sustentável entre o Homem e a Natureza.

17. O PS, criado na luta pela liberdade e pela democracia e membro do Partido Socialista Europeu e da Internacional Socialista, pugna por uma ordem internacional fundada na segurança e na paz, na democracia e no respeito pelos direitos humanos. Neste sentido, concebe a política externa e de defesa como instrumentos fundamentais para a defesa da independência e do interesse nacional e a afirmação de Portugal no mundo.

18. O PS bate-se por uma ordem económica internacional mais regulada e justa, pelo que é favorável a uma globalização eticamente informada e democraticamente controlada, que seja um factor de avanço social e estimule o desenvolvimento de todas as nações e povos, esbatendo as fronteiras entre Norte e Sul. Combate, por isso, as tendências para o domínio do mundo por poderes económicos que escapem ao controlo democrático e defende a organização de novas formas de regulação supranacional.

19. O PS não privilegia qualquer doutrina filosófica ou religiosa, reconhecendo aos seus membros inteira liberdade em matéria de opção doutrinária e ética de vida.

20. O PS é um partido republicano, que emana dos cidadãos. Por isso, concebe a acção política como tarefa colectiva de mobilização de pessoas e grupos para o projecto da plena realização da democracia e da afirmação dos ideais da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Por isso, é um partido plural, coeso e fraterno, aberto à comunicação permanente com as diferentes organizações e correntes de opinião que fazem a riqueza da sociedade civil, e assente na intervenção social e cívica dos seus membros, militantes e simpatizantes, cidadãos livres e activos unidos pela ampla plataforma política da democracia e do socialismo democrático.

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